Archive for the 'Nham' Category

Cotton Candy

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De novo! =D

Sexta passada, finalmente o retorno das reuniões de cúpula. Em meio aos relatos das últimas aventuras, me acabei no Hot Filadelfia. Um sushi nada tradicional, eu sei. Mas, mas…é tão bom! Arroz recheado com cream cheese e salmão, enrolado na alga (nori) e passado na massa de tempurá e frito. Quero mais! Ok, isso não é saudável. Mas é só uma exceção para uma ocasião tão especial: os velhos amigos reunidos. Por eles até me arrisco nas gorduras saturadas, rs. 😉  É sempre bom estar com eles, seja onde for…

Mais um bom motivo…

para vir a Vitória, rsrsrs. 😉 Um post nada saudável, eu sei, mas vou abrir uma exceção. Só hoje. Prometo. 🙂

 

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A Nestlé anunciou no dia 23, a criação de uma linha de sorvetes exclusiva desenvolvida a partir de algumas das mais consagradas marcas de produtos Garoto, como o chocolate Batom, o bombom Serenata de Amor e os tabletes Talento. Mal posso esperar para experimentar do chocolate com avelã… :p

Os sorvetes vão ser produzidos na fábrica da companhia, em Jacarepaguá/RJ, mas utilizarão matérias-primas capixabas e serão vendidos primeiramente no Espírito Santo. Somente no verão é que as novas delícias estarão disponíveis para o mercado nacional.

O anúncio da nova linha foi feito pelo presidente nacional da companhia, Ivan Zurita, em solenidade no Palácio Anchieta, com a presença do governador Paulo Hartung.Na ocasião, a Nestlé anunciou também a ampliação de sua fábrica em Vila Velha, com a geração de 400 novos postos de trabalho. O investimento da companhia neste projeto é de R$ 200 milhões. É  como eu sempre digo, colocou a Nestlé na história, a tendência é sempre expandir e melhorar a oferta e variedade dos produtos. Não há nada (ou quase nada) que a Nestlé não forneça que não seja de boa qualidade, sejam guloseimas, ou alimentos para fins nutricionais especiais e serviços de alimentação em geral. A Chocolates Garoto agora que o diga…

Comer é viver

 Deep Purple fica para o próximo post. Rs. Acho importante destacar esse assunto por aqui hoje. Parem um momento para ler, acredito que vale a pena. 🙂

Comer é sobretudo, um sinônimo de afeto. Observe bem as mais diversas comemorações entre amigos, familiares entre outros, e esta verdade estará explícita. É ao redor de uma mesa, e de preferência bem farta, onde compartilhamos os melhores sentimentos e sensações ao lado das pessoas que amamos e consideramos fundamentais em nossa vida. Consegue imaginar uma festa sem absolutamente nada para beliscar? Óbvio que não. De um simples chá da tarde ao jantar mais elegante, a comida sem dúvida, é a grande estrela. Ainda, que ninguém se dê conta disso. É ela quem reúne. Comer junto, desde tempos remotos, significa estabelecer relações sociais e até garantia de sobrevivência.  Em alguns momentos, representava inserção na sociedade, status social.  Ou exclusão, por que não? O banquete do rei medieval era para poucos, e atualmente as coisas não se diferem muito. Quem nunca soltou uma dessas: ”fulano, ontem fui a um coquetel chiquérrimo…” Duvido muito se você nunca disse algo do gênero antes com certo orgulho.

Pois bem. Diante desse  panorama é possível que você tenha uma ligeira noção da importância da alimentação, em outro aspecto, que ultrapassa o biológico e alcança a esfera social e as relações que ela estabelece. Partindo desse pressuposto, imagine um indivíduo com restrições alimentares. A título de exemplo, pensemos em alguém com doença celíaca. Ou seja, alguém com intolerância a glúten e que não pode ingerir alimentos que contenham sequer traços dessa substância. Isso significa que trigo é proibido na dieta. Assim como o centeio, a cevada e a aveia.  Bem, o glúten está presente na grande maioria dos alimentos, seja no pãozinho nosso de cada dia ou até na “inocente” salsicha, e em grande parte dos alimentos industrializados. Agora imagine situações do cotidiano, como uma festa de aniversário. Bolo? Glúten. Coxinha? Glúten. Kibe? Glúten. Empadinha? Glúten. Cachorro-quente? Glúten. Docinhos diversos? Você não sabe, mas pode conter traços de glúten por causa da manipulação. Quem pode garantir um alimento seguro, se não foi você mesmo quem preparou? Perceba a dificuldade de se alimentar, e antes de tudo, a dificuldade de se inserir naquele contexto social. Isso, ao longo do tempo, gera exclusão, a ponto do indivíduo não sair e privar-se de certos ambientes em virtude de suas restrições alimentares. Não pense que casos assim são raros, porque 1 em cada 300 nascidos vivos apresentam doença celíaca, de acordo com as estatísticas.

Entretanto, não vamos tão longe da sua realidade. Pense em um diabético. Apesar de inúmeras opções de alimentos diet no mercado, existe o quesito família a ser observado. Se a esposa descobre que está com diabetes e em função disso o açúcar do cafezinho deverá ser eliminado, o marido pode não gostar da idéia porque afinal, é um hábito de anos tomarem café adoçado. E ele detesta adoçante. Ou ter o trabalho de adoçar em sua xícara, quem sabe. E as coisas podem piorar se a sobremesa do almoço for substituída por uma fruta apenas. A mudança na dieta afeta a estrutura familiar como um todo, uma vez que muda uma rotina constituída por hábitos enraizados. Tal evidência também se aplica em casos de hipertensão, obesidade, etc.

Infelizmente, restrição alimentar muitas vezes vem associada à exclusão do convívio social, ainda que de forma bastante sutil. Se você está em uma luta para diminuir seu colesterol a qualquer custo e controlar sua pressão arterial, fazendo reeducação alimentar e seu amigo te convida para um churrasco na casa dele, com picanha suculenta e cervejinha… Apesar da tentação, você resiste bravamente e nem ousa em dar uma passadinha para dar um alô. Mas vai se sentir mal não pela picanha em si, mas também por sua ausência. É claro que este exemplo é algo bem simples, mas nos dá a dimensão de até onde o comer, ou o não poder comer, nos afeta. Seja no âmbito fisiológico, psicológico ou social.

Sem dúvida, um dos maiores desafios do profissional de nutrição é encontrar maneiras de garantir uma alimentação saudável (e que por vezes incluem restrições), mas com o devido cuidado de não tornar o paciente um ser excluído, paranóico e insatisfeito. Além de permitir que ele tenha opções e orientá-lo a fazer escolhas inteligentes. Porque nem sempre há uma
Mundo Verde
por perto, por exemplo.
Contudo, não trabalhamos sozinhos. O mercado precisa atender a demanda e necessidades dos pacientes.

 Por que não um Buffet que ofereça mesas especiais para diabéticos, hipertensos, por exemplo? Por que não algumas opções mais saudáveis, muito além do suco natural, no cardápio de bares e restaurantes? Afinal, não conheço restaurante especializado em comida saudável que funcione depois das 22:00 em uma sexta-feira…

O mercado oferece mais opções, sem dúvida. Basta uma observação mais atenta nas prateleiras dos supermercados. Mas há situações nas quais você não pode ir até ele e está com uma fome absurda. Ou simplesmente não tem como preparar algo que você possa comer, porque está na rua, no trabalho ou em um barzinho, por exemplo.

 É nessa hora que entram em ação empresários com visão e criatividade. Investir em estabelecimentos que ofereçam serviços diferenciados na alimentação, é uma alternativa que só tende a crescer e conquistar mais e mais um público consumidor que está carente em relação a opções de escolha. E não deixa de ser um negócio no qual todos ganham: seja em relação à lucratividade, saúde e a não privar-se do convívio social.

A nutrição agradece! 😉

Receitinhas:Chocolate Quente!

Essa receita é uma daquelas típicas trocadas entre alunas de Nutrição, durante  conversas prolongadas na cantina. Dicas entre as “comadres”, rsrsrs… Testada e aprovada. 😉

Bom, para fazer qualquer chocolate quente, segue-se uma receita-base, bem simples. Tudo que você precisa é leite, chocolate em pó e maisena. O ideal que seja aquele chocolate mesmo, aquele “dos Padres” como eu costumo chamar o chocolate em pó da Nestlé. Mas, eu conheço e muito bem a realidade das despensas, rsrs, e sei que provavelmente você nunca vai ter um desses dando sopa no seu armário no meio da noite. Eu, por exemplo, nunca tenho.  Então, pode sim usar o bom e velho achocolatado: Nescau, Toddy, Quick, Garotada, Gury, etc, etc, etc…Qualquer um do seu gosto.

Coloque o leite para aquecer em uma panela, e adicione o chocolate a gosto. Eu nunca uso medidas, porque afinal, elas só servem para o laboratório de dietética e restaurante industrial. Em casa, é no “olhometro” mesmo! Mas lembre-se que deve ficar bem escuro, caso contrário fica sem graça, e sem gosto. Vá mexendo o leite e o chocolate até levantar fervura. A maisena deve ser dissolvida separadamente, com um pouquinho de água, ou leite. A quantidade depende do quão cremoso você quer seu chocolate. Comece sempre com uma colher de chá, e aumente, caso queira algo, digamos, mais consistente. Mas atenção: adicione sempre a maisena dissolvida, nunca diretamente no chocolate, caso contrário, vai formar grumos. E isso definitivamente não pode acontecer. E ao adicioná-la, vá devagar, e sempre mexendo.

Com seu chocolate quente pronto, agora sim, a dica das “comadres”. Na Cacau Show você pode comprar pequenas barras de chocolate (cerca 20g acredito) dos mais variados tipos. Compre o tipo Belga. É chocolate com raspas de laranja. Derreta essa barra em banho-maria ou simplesmente corte em pedacinhos e adicione ao seu chocolate quente. Os únicos grumos que você deve sentir são os pedaços de chocolate derretendo em sua boca, juntamente com o aroma de laranja. Nham, nham.  😛

O chocolate tipo Belga, pode ser substituído pelo Suíço, pelo aromatizado de Café, Avelã…Há inúmeras opções a sua escolha. E a quantidade também varia conforme quantas pessoas serão servidas. Particularmente, não uso mais do que duas. Feito seu chocolate, aproveite! 😉

 

P.S: Jamais tente derreter a barra no microondas por falta de paciência, como esta pessoa que vos escreve… Isso porque o potinho de vidro rachou ao meio quando tentei da última vez. Portanto, crianças, não tentem fazer o mesmo em casa! Ehauhauahau… 🙂

 


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Da série: Fotos Estranhas I

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