Archive for the 'muahahahahá' Category

Você não vale nada mas eu gosto de você!

Dia desses ouvindo  sobre um fato da vida amorosa de um conhecido (gossip! hehe), cheguei a conclusão de que em geral, os homens adoram uma mulher problemática. Das mais difíceis as mais lunáticas. Das mais porra-loucas (ops, desculpe o termo e onde fica plural mesmo?) e descontroladas as mais estranhas e esquisitas. E sim, vulgares, algumas vezes. Sabe, bem no estilo “você-não-vale-nada-mas-eu-gosto-de-você” (e depois não digam que o popular algumas vezes não é sábio colegas…)

Daí, que depois disso tudo e um turbilhão de emoções regadas a muitos desajustes, desacertos e murros em pontas de faca, o indivíduo se recolhe machucado, e desiste de tentar mais uma vez. Tempos depois, quando finalmente conhece alguma mulher de verdade, demora muito tempo para perceber, fica arredio e não dá chance. A velha história de aprender com os erros funciona agora e muito bem: castiga a pessoa que poderia ser a certa em função de experiências com as malditas pessoas erradas. E haja paciência de Jó da coitada que vem depois para contornar a situação, arrumar a casa , consertar os estragos, tapar buracos e esperar cicatrizar feridas. Paciência e amor… isso se o cara ainda se der a chance de ser amado.

Se a mulher é burra, eu posso até concordar que sim em alguns momentos. Mas vai ser anta e gostar de sofrer como o homem lá na esquina…

Bom humor com Mafalda

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Malvados, a série

Pensamento predominante da sociedade “moderna”…

Blérgh =P

 

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A implicância é  realmente incômoda. E o pior: não foi algo que partiu de mim, a princípio. Eu nunca instigo “implicanciazinhas” sem fundamento e muito menos dou margem para “provocaçõezinhas” que não levam a nada. Mas a verdade, isso ouso confessar, é que não escondo meu tédio e o fato de que por mais que tente, não consigo achar a menor graça diante de comentários.

É idiota eu sei, infantil e bobo. Minha consciência diz isso o tempo todo. Contudo, por que eu deveria tentar ser uma boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável com quem não está disposto a ser o mesmo comigo, e eu sei, que internamente, mal me tolera por motivos infundados?

Aqui estou eu escrevendo para demonstrar o meu mais sincero desprendimento emocional em relação a coisas e/ou pessoas, bem como minha superação dessas limitações. Além disso, declarar o quanto estou engajada no crescimento das relações pessoais. Trocando em miúdos, significa que apertei a tecla “dane-se, quero que se exploda”. Tradução: eu definitivamente não faço a menor questão de ser boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável pq não acho sensato e nada confiável. Pelo contrário, acho de procedência e intenções muito duvidosas e maldosas… Sendo mais específica, acredito que hajam terceiras, quartas, quintas, elevadas a inúmeras potências em matéria de intenções.

Por essas outras: não confio. Não abaixo a guarda. Não faço questão de ser “gente boa” e “bacaninha”. Não faço críticas. Nada de alarde. Mantenho distância. E observo em silêncio.

Passando pelos dias…

Ainda em Malvados, um pouco daquela ironia “ácida”. Retrato dos “tempos modernos”… 😛

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Lições para 7 de Setembro…

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www.malvados.com.br

Manual de sobrevivência:festas de casamento.

Ontem foi uma noite engraçada. Fui ao casamento da Janisse e do Fárlei, duas pessoas pelas quais tenho um enorme carinho, diga-se de passagem.  Ah, vocês já conhecem toda essa dinâmica de casamento, né? Salgadinho, docinho, vinho, tudo inho e aquela coisa toda. Noiva dançando “It’s raining men”, conforme o figurino. Festas de casamento são legais…Eu costumo dar boas risadas com as gafes dos outros, e com as minhas, obviamente, rs.

 Mas legal mesmo é a hora de jogar o buquê. Eu me junto à massa feminina que se forma no meio do salão, mas sempre, sempre, fico atrás. É, lá mesmo, com a turma do fundão. Rs, isso porque nunca me arrisco a pegar buquê de noiva. Dá azar. Vou lá só para cumprir com meu papel social de solteira. A sociedade cobra sabe, ehehehe.  Lá atrás, pelo menos,  o buquê nunca chega.

1,2,3! Lá vai! Não, não foi…Como gostam de fazer essas gracinhas em casamento. Segunda vez: 1,2,3! Lá vai… de repente, olho para o céu e vejo um objeto estranho vermelho vindo em direção a minha cabeça!!! Isso deve ser alguma piada, pensei…Está vindo….não, não é!  Olha…e não que era buquê mesmo? E logo aqui, na turma do fundão…Mas aí, uma mão de alguma histérica desesperada surge no ar.  O buquê cai no chão bem na minha frente, rs. E quando eu pensei em arriscar minha vida o suficiente para abaixar e pegar o bendito, hauahuahau, percebi uma manada vindo em minha direção… (Bem à la cena do Rei Leão, veja no youtube logo abaixo.) Era a visão do caos! Rsrsrs. Bem, quando vi aquela manada, pensei: Vou ser pisoteada…melhor sair daqui e já!

Por puro instinto de sobrevivência, recuei, e deixei aquele monte de mulheres se matando para pegar o buquê…ou melhor, os restos dele. Deus! Que comédia… Uma tiazinha, dona da mão histérica-desesperada conseguiu pegar. Justiça seja feita, ela merecia. 😉 E respirei aliviada, porque como disse, ainda acho que pegar buquês dá azar. E sem querer, eu quase peguei um, huahauahaua. 😀

 Eis aí algumas dicas de sobrevivência em festas de casamento:

Fique longe do buquê. Dá azar.

Fique longe das mulheres histéricas-desesperadas por buquês, se tem amor à sua vida. Isso vale para homens e mulheres. Em geral, essas mulheres ficam bem na frente, o mais perto possível da noiva.

Nunca, em hipótese alguma, tente disputar ou tirar o buquê de alguma dessas mulheres citadas acima. É decadência. Elas são seres extremamente agressivos e anti-sociais. Podem querer te morder. E com certeza, devem arrancar pedaço. Ou no mínimo, te pisotear. No caso dos homens, rsrs, elas partem para cima.

Aprenda: se a sociedade cobra sua presença na hora do buquê, rsrs, como no meu caso, fique bem atrás. Tem como você escapar e sair viva. O melhor ainda é assistir de camarote. 😉

E no fim…

Bom, terminei minha noite sentada na cadeira ouvindo uma música do Creedence que não sei o nome…só sei que era Creedence. Comendo bolo de noiva, separando o glacê no canto do prato e pensando na vida. Mania minha…pensar demais. Observei ao meu redor. Depois, voltei a mim mesma. Eu tinha dançado bastante. Meus pés estavam doendo, por causa do salto alto. Desejei ter all-stars vermelhos. E pensei mais uma vez, que nem sempre, certas situações na vida são tão justas assim.

 

 


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