Archive for the 'Mafalda em ação' Category

Dos supostos “doutores” e afins.

Olha, acho que ao longo de toda a história do meu blog pessoal, falar mal das pessoas nunca foi um tema que me despertou interesse. Não que eu seja santa e nunca tenha feito algo semelhante na vida (hipócritas de plantão que me perdoem, mas vocês não enganam a ninguém com essa pose de imparcialidade com relação aos outros), mas é que eu nunca achei legal fazer isso aqui. Tem tanta coisa mais interessante e legal para escrever né? Ainda que sejam só meus draminhas pessoais, hehe. 😀

Mas, tem coisas que me irritam em algumas pessoas (e não me venham com aquela conversinha mole de que “no fundo é inveja, sua mal-amada…” pois eu sou muito bem amada meus caros, graças e amém!). Assim como certas coisas em mim devem irritar muita gente por aí. Faz parte da convivência em sociedade. Impossível é agradar a gregos e troianos (como sou clichê…). Tudo bem, pouco importa agora.

O que importa mesmo caros amigos, é ser humilde, pois de vez em quando faz bem a saúde e a imagem pessoal. Ai como enche o saco ver a área de saúde (sim, eu também faço parte da massa) se “endeusando” por aí. Você tem doutorado? Não? Então por quê diacho você se intitula de doutor? É mestre em alguma coisa? Também não… Especialista? Não.. Então você é um bacharel. Ok? Use o seu título de bacharel, daquela profissão “x” e seja feliz, até alcançar patamares mais elevados, para aí sim se autointitular (escrevi certo? a palavra existe?) de doutor, mestre, especialista, enfim. É importante ter conteúdo (não signfica que você vai saber tudo também) antes de pregar algo que você ainda não amadureceu o suficiente para ser.

Infelizmente, pela nossa própria cultura, basta vestir branco, um jaleco ou conhecer as leis (leia-se advogados), que grande parte das pessoas acabam por proclamar o título de “doutor” ao indivíduo quase que automaticamente. Herança cultural, fazer o quê? Já aconteceu comigo durante consultas e sou compreensiva, por vezes é uma forma carinhosa do paciente demonstrar gratidão, respeito e uma certa admiração por você cursar uma faculdade e tal, considerando que muitos mal são alfabetizados nesse nosso Brasil-sil.

Mas não têm como fugir, o dicionário, sábio, sempre nos diz: doutor – sm (lat doctore) 1 Aquele que recebeu supremo grau em uma faculdade universitária.

Que tal tornar-se um profissional mais modesto e honesto? Não vai diminuir em nada o real valor de cada um. E citando um doutor de verdade, em um post mais antigo:

“Senhores.

Doutor é apenas quem faz doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc. A tradição faz com que nos chamemos de doutores. Mas isso não torna doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados. Falo com sossego.

Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aliás, disse eu: tese de Doutorado!.Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade.

Escrevi mais de 300 artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no site eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado. (…)

(…) Os profissionais, sejam quais forem, têm de ser respeitados pelo que fazem de bom e não arrogar para si tratamento ao qual não façam jus. Isso vale para todos. Mas para os profissionais do Direito é mais séria a recomendação.

Afinal, cumprir a lei e concretizar o Direito é nossa função. Respeitemos a lei e o Direito, portanto; estudemos e, aí assim, exijamos o tratamento que conquistarmos. Mas só então.”

Ficou mais claro assim?

Quem quiser ler o post da citação acima na íntegra, o link:

por Marco Antônio Ribeiro Tura

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Susanitas da minha vida

Homenagem às Susanitas ao meu redor… rsrsrs 😀

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Férias? Éeee…

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Estou oficialmente de férias. Bem, neste momento são exatamente 23 horas e 52 minutos, e resolvi postar. Cheguei há pouco de uma formatura, pensando em como provavelmente vai ser a minha, pois não demora muito, e chega o dia… Na imaginação já é emocionante. Certamente vou me emocionar. Eu sempre me emociono em formaturas, qualquer uma que seja. Na minha então, provavelmente vou chorar feito um bebê. Não adianta, manteiga-derretida-chorona é assim mesmo. Mas pensando bem, depois disso tudo, também vou querer chorar, porque afinal, vou ficar um bom tempo sem saber o que são férias, rsrsrs…

Isso aqui é só um blablablá à toa, porque afinal, hoje é sexta-feira, e estou sem nada para fazer em casa e sozinha. E tem uma árvore de Natal recém-montada cintilando na minha sala, com suas luzinhas piscantes… Que chato, quando você está a mil por hora, tem milhares de coisas a fazer, gente para dar atenção e tudo mais… Mas quando você todo o tempo do mundo disponível, não tem nada disso. Risos. Que paradoxo.

Bem, é isso aí então… Dormir. Boa noite… E um bom final de semana.

Bom humor com Mafalda

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Blérgh =P

 

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A implicância é  realmente incômoda. E o pior: não foi algo que partiu de mim, a princípio. Eu nunca instigo “implicanciazinhas” sem fundamento e muito menos dou margem para “provocaçõezinhas” que não levam a nada. Mas a verdade, isso ouso confessar, é que não escondo meu tédio e o fato de que por mais que tente, não consigo achar a menor graça diante de comentários.

É idiota eu sei, infantil e bobo. Minha consciência diz isso o tempo todo. Contudo, por que eu deveria tentar ser uma boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável com quem não está disposto a ser o mesmo comigo, e eu sei, que internamente, mal me tolera por motivos infundados?

Aqui estou eu escrevendo para demonstrar o meu mais sincero desprendimento emocional em relação a coisas e/ou pessoas, bem como minha superação dessas limitações. Além disso, declarar o quanto estou engajada no crescimento das relações pessoais. Trocando em miúdos, significa que apertei a tecla “dane-se, quero que se exploda”. Tradução: eu definitivamente não faço a menor questão de ser boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável pq não acho sensato e nada confiável. Pelo contrário, acho de procedência e intenções muito duvidosas e maldosas… Sendo mais específica, acredito que hajam terceiras, quartas, quintas, elevadas a inúmeras potências em matéria de intenções.

Por essas outras: não confio. Não abaixo a guarda. Não faço questão de ser “gente boa” e “bacaninha”. Não faço críticas. Nada de alarde. Mantenho distância. E observo em silêncio.

Férias da Mafalda III – A praia

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Finalmente, depois de alguns dias, fui a praia. Manguinhos. Só agora posso dizer que estou oficialmente de férias. Penúltimo dia do ano. Férias…Férias…Férias… Ócio total e a mais pura celebração da falta do que fazer aliada a preguiça  costumeira no verão dessa terra tropical! Chega a ser monótono, pois tudo o que vejo nas minhas andanças se resume a: praia, rede, rede, praia, churrasco, dormir, dormir, dormir…

Depois do meu “banhozinho” no mar, sentei na minha cadeirinha para olhar o céu azul, raios de sol brilhantes, rsrs, e aquela visão poética da orla. E claro, as pessoas. Você dá boas risadas observando as pessoas na praia. Não há espaço mais democrático, lá você observa de tudo. De tudo mesmo. Uma água-de-coco, mais uma observada no movimento. Aquele sol começando a arder e chega. Melhor ir antes que fique tostada à pururuca. Em casa, limpa e livre de areia, depois do almoço, ehehehe, dormir! Êita falta do que fazer adorável! 😀

Isso porque no dia 07 essa moleza toda acaba… Boa vida não dura por muito tempo. Risos. 😉


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