Archive for the 'fazendo a social' Category



The Model – Kraftwerk

Ela tocou na pista na sexta-feira.É o tipo de música que me obriga a sair da inércia. Não resisti e dancei… Como há muito tempo não dançava. Adoro. 😛

Kraftwerk
Álbum: The Man Machine/ Die Mensch-Maschine, 1978.
Música: The Model

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Terça Insana

Quando vi aquele cartaz escarlate brilhante na parede do Teatro da Ufes, meus olhinhos brilharam, tenho certeza! Terça Insana! Terça Insana! Terça Insana! Se apresentando aqui, nesta província? O glória! 😀

Eu já conhecia essa peça teatral por alguém-não-lembro-quem que gravou em DVD e trouxe de Sampa. Enfim, assisti e amei. Mas nunca, nunca imaginei que a turnê deles viesse parar em Vitória. É, a província está evoluindo para algo além de beira-de-praia e água de côco…

Mas eu sempre soube, que não poderia me iludir quanto a isso. Os ingressos esgotaram, no mesmo dia que começaram a ser vendidos. Eu não vou. Nada de assistir a mulher Lexotan, nem Cinderela. Irmã Selma…Frustrante…

Ao menos no youtube…eheheh. 😀

Irmã Selma

 Lexotan

Manual de sobrevivência:festas de casamento.

Ontem foi uma noite engraçada. Fui ao casamento da Janisse e do Fárlei, duas pessoas pelas quais tenho um enorme carinho, diga-se de passagem.  Ah, vocês já conhecem toda essa dinâmica de casamento, né? Salgadinho, docinho, vinho, tudo inho e aquela coisa toda. Noiva dançando “It’s raining men”, conforme o figurino. Festas de casamento são legais…Eu costumo dar boas risadas com as gafes dos outros, e com as minhas, obviamente, rs.

 Mas legal mesmo é a hora de jogar o buquê. Eu me junto à massa feminina que se forma no meio do salão, mas sempre, sempre, fico atrás. É, lá mesmo, com a turma do fundão. Rs, isso porque nunca me arrisco a pegar buquê de noiva. Dá azar. Vou lá só para cumprir com meu papel social de solteira. A sociedade cobra sabe, ehehehe.  Lá atrás, pelo menos,  o buquê nunca chega.

1,2,3! Lá vai! Não, não foi…Como gostam de fazer essas gracinhas em casamento. Segunda vez: 1,2,3! Lá vai… de repente, olho para o céu e vejo um objeto estranho vermelho vindo em direção a minha cabeça!!! Isso deve ser alguma piada, pensei…Está vindo….não, não é!  Olha…e não que era buquê mesmo? E logo aqui, na turma do fundão…Mas aí, uma mão de alguma histérica desesperada surge no ar.  O buquê cai no chão bem na minha frente, rs. E quando eu pensei em arriscar minha vida o suficiente para abaixar e pegar o bendito, hauahuahau, percebi uma manada vindo em minha direção… (Bem à la cena do Rei Leão, veja no youtube logo abaixo.) Era a visão do caos! Rsrsrs. Bem, quando vi aquela manada, pensei: Vou ser pisoteada…melhor sair daqui e já!

Por puro instinto de sobrevivência, recuei, e deixei aquele monte de mulheres se matando para pegar o buquê…ou melhor, os restos dele. Deus! Que comédia… Uma tiazinha, dona da mão histérica-desesperada conseguiu pegar. Justiça seja feita, ela merecia. 😉 E respirei aliviada, porque como disse, ainda acho que pegar buquês dá azar. E sem querer, eu quase peguei um, huahauahaua. 😀

 Eis aí algumas dicas de sobrevivência em festas de casamento:

Fique longe do buquê. Dá azar.

Fique longe das mulheres histéricas-desesperadas por buquês, se tem amor à sua vida. Isso vale para homens e mulheres. Em geral, essas mulheres ficam bem na frente, o mais perto possível da noiva.

Nunca, em hipótese alguma, tente disputar ou tirar o buquê de alguma dessas mulheres citadas acima. É decadência. Elas são seres extremamente agressivos e anti-sociais. Podem querer te morder. E com certeza, devem arrancar pedaço. Ou no mínimo, te pisotear. No caso dos homens, rsrs, elas partem para cima.

Aprenda: se a sociedade cobra sua presença na hora do buquê, rsrs, como no meu caso, fique bem atrás. Tem como você escapar e sair viva. O melhor ainda é assistir de camarote. 😉

E no fim…

Bom, terminei minha noite sentada na cadeira ouvindo uma música do Creedence que não sei o nome…só sei que era Creedence. Comendo bolo de noiva, separando o glacê no canto do prato e pensando na vida. Mania minha…pensar demais. Observei ao meu redor. Depois, voltei a mim mesma. Eu tinha dançado bastante. Meus pés estavam doendo, por causa do salto alto. Desejei ter all-stars vermelhos. E pensei mais uma vez, que nem sempre, certas situações na vida são tão justas assim.

 

 


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