Archive for the 'Comédias' Category

Carboidratos & Serotonina

Olá queridos e amados, eu voltei. Voltei formada na faculdade. Colei grau quinta-feira passada. Mas como ainda sou uma formada-desempregada (por pouco tempo, pois tenho planos malévolos de dominação mundial), agora possuo mais tempo disponível para exercitar, digamos, meu ócio criativo.

Bobagem, o fato é que estou um posso de ansiedade e em menos de 1 semana em casa não vejo a hora de pegar meu caminho da roça-de-todo-santo-dia e trabalhar. Porém, paciência é uma virtude que preciso cultivar, então, estou começando acreditar que todo tempo de espera nessa fase se faz um pouco (só um pouco!) necessário. Enquanto isso eu surto um pouco com a minha ansiedade e viro aloca dos carboidratos. Todo pão, torrada, barrinha de cereal, biscoito maisena, vira alvo fácil de ataque. E não existem fibras solúveis e insolúveis que me bastem para saciar o monstro que atualmente habita meu estômago. Que caos, é o vazio interior, meus caros.

Sem contar as trocentas mil decisões que preciso tomar. Meu cérebro tem clamado por piedade e serotonina, acima de tudo. Preciso providenciar grão-de-bico para evitar problemas maiores, como uns quilinhos a mais no futuro. Tomar vergonha nessa minha cara sem-vergonha e começar a caminhar e me mexer, para gastar as energias acumuladas. E ler, e voltar a pintar, como antes. Além de procurar emprego, hehehe, claro.

Bem, toda essa minha ladainha lamurienta aqui, na realidade,  serve apenas para avisar que voltei para o meu blog pessoal. Que a princípio serviria de diário, mas ai ai, prefiro dizer que aqui voltou a ser o lugar onde venho contar minhas peripécias do cotidiano, e tudo o  mais que vai acontecer daqui para frente, nessa nova etapa. Ainda que eu não esteja tão fresca assim. Enfim, espero que alguém fique por aqui me acompanhando, nesse meu folhetim romântico, ehehehehe hehehhehe.

Besos!!! 😀

Você não vale nada mas eu gosto de você!

Dia desses ouvindo  sobre um fato da vida amorosa de um conhecido (gossip! hehe), cheguei a conclusão de que em geral, os homens adoram uma mulher problemática. Das mais difíceis as mais lunáticas. Das mais porra-loucas (ops, desculpe o termo e onde fica plural mesmo?) e descontroladas as mais estranhas e esquisitas. E sim, vulgares, algumas vezes. Sabe, bem no estilo “você-não-vale-nada-mas-eu-gosto-de-você” (e depois não digam que o popular algumas vezes não é sábio colegas…)

Daí, que depois disso tudo e um turbilhão de emoções regadas a muitos desajustes, desacertos e murros em pontas de faca, o indivíduo se recolhe machucado, e desiste de tentar mais uma vez. Tempos depois, quando finalmente conhece alguma mulher de verdade, demora muito tempo para perceber, fica arredio e não dá chance. A velha história de aprender com os erros funciona agora e muito bem: castiga a pessoa que poderia ser a certa em função de experiências com as malditas pessoas erradas. E haja paciência de Jó da coitada que vem depois para contornar a situação, arrumar a casa , consertar os estragos, tapar buracos e esperar cicatrizar feridas. Paciência e amor… isso se o cara ainda se der a chance de ser amado.

Se a mulher é burra, eu posso até concordar que sim em alguns momentos. Mas vai ser anta e gostar de sofrer como o homem lá na esquina…

Saldo das festas de Natal e Ano-Novo…

….e um estágio em restaurante industrial:

(clique na imagem para ampliar)

Fonte: Blog fofinho Casa da La ^^

Das manias do povo

Eu e mais uma das minhas manias inúteis…Quando não estou dirigindo adoro reparar em placas de carros para ver as letras de cada lugar diferente, nome de ruas esquisitas e nome de edifícios.

Ontem por exemplo, dentro do ônibus-nosso-de-cada-dia, descobri uma rua em Vitória dedicada apenas a nomes indígenas. Bem, pelo menos todos os edifícios da rua pelo menos, hehe. Coisas do tipo  edifício Tamoios, Tupinambás, Aruanã, Potira, Tupiniquins… hum, deixa eu lembrar de mais alguns… enfim, todos esses nomes indígenas e agregados.

Não me pergunte a razão de eu reparar nesse tipo de coisa e muito menos sua utilidade, mas o fato é que com essa  minha mania maluca já cheguei ao cúmulo de teimar que o nome Filogônio Motta (nome de uma rua da cidade) parece nome de espécie de alga (filogônios, botânica, oi?) a ponto de eu me lembrar disso toda vez que passo nela e faço meu comentariozinho idiota de sempre.

Eu sei que parece até ridículo, mas cada um tem suas manias e esquisitices. Tem gente que não pisa nas listras da calçada, gente que lava as mãos toda hora, gente que arranca cabelo e até come…

Tenho uma amiga que sempre verifica duas vezes se travou o carro antes de sair, porque diz ela que nunca se lembra se travou mesmo, então se obriga a voltar e olhar antes, rsrs. Uma outra colega fazia algo semelhante mas para verificar se o despertador estava ligado pois tinha medo de perder a hora no dia seguinte, rsrs.

Essas manias esquisitas podem gerar um alto grau de encanação quando você percebe que todo mundo, tem ou teve, um certo grau de TOC (transtorno obssessivo compulsivo), rsrsrs… Olhando bem de perto, ninguém é muito normal mesmo. Apenas digite “manias esquisitas” no papai Google e você vai ver a amplitude da coisa. Afinal, quem não tem suas esquisitices?

Cotton Candy

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Susanitas da minha vida

Homenagem às Susanitas ao meu redor… rsrsrs 😀

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Tirinhas

Filosofia doce com os bichinhos de jardim. =D

tira-06-05-2009-web


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