Arquivo para abril \30\UTC 2008

=D

o( ^^)o o(^^ )o

eeeeee!!!

Orange Appled – Cocteau Twins

Uma das minhas preferidas do trio escocês. É verdade que sempre tenho a impressão de que Elizabeth Fraser está cantando em qualquer outra língua, exceto inglês. Mas sim, ela canta em inglês mesmo, rs :). No video a música não está com a mesma sonoridade da gravação original, contudo, era o único disponível. 😉

Orange Appled

Wait and see who’ll wake up then
Always stars see what, once you’re free,
He hopes will be the very last time

He loves you more than this
The stars let you know all’s right and bright and
He loves you more than this
Ego lets him know that’s how much more was gained

Wait and see who’ll wake up then
Always stars see what, once you’re free
He hopes will be the very last time

He loves you more than this
The stars let you know all’s right and bright and
He loves you more than this
Ego lets him know that’s how much more was gained

With a yell to you, he yawed, he’d stay

What, once you’re free, he hopes will be the very last time
Ego lets him know that’s how much more was gained

De novo! =D

Sexta passada, finalmente o retorno das reuniões de cúpula. Em meio aos relatos das últimas aventuras, me acabei no Hot Filadelfia. Um sushi nada tradicional, eu sei. Mas, mas…é tão bom! Arroz recheado com cream cheese e salmão, enrolado na alga (nori) e passado na massa de tempurá e frito. Quero mais! Ok, isso não é saudável. Mas é só uma exceção para uma ocasião tão especial: os velhos amigos reunidos. Por eles até me arrisco nas gorduras saturadas, rs. 😉  É sempre bom estar com eles, seja onde for…

?

A noção de justiça desse país é totalmente deturpada. O que é justo? O que é correto? E incorreto? Lícito? Ilícito? Desonesto? Desumano? Noções básicas foram perdidas.

Carrascos sem qualquer compaixão, um bando de arrogantes, isentos de humanidade, assumem cargos repletos de petulância e resolvem brincar de ser Deus. Desprezíveis. Nada além disso… E a maior miséria destes é que provavelmente não serão dignos sequer de misericórdia.

How keep my eyes in Jesus, even when they are so full of tears?

Malvados, a série

Pensamento predominante da sociedade “moderna”…

Muito além de “uma mulher a frente de seu tempo”

Ao assistir uma reportagem especial em comemoração ao centenário de nascimento de Frida Kahlo despertei para o assunto. Todas as referências a respeito dessa mulher se concentravam basicamente em “uma mulher a frente de seu tempo”. Bem, até então meus conhecimentos a respeito se limitavam a “pintora”. E nada mais. No entanto, minha curiosidade foi aguçada o suficiente para eu fosse além e buscasse pela história dessa personalidade.

Frida Kahlo não pode simplesmente ser referida como alguém a frente do seu tempo. É fato que suas idéias e seu comportamento não eram comuns à mulheres da época. Suas obras, chocantes. Distantes do padrão estético que agrada a maioria. Aliás, ela por si, apresentava estes mesmos traços. Fortes.Distante do padrão do “belo”. Mas falar de uma mulher como ela, é sobretudo, falar de uma sobrevivente. Uma mulher teimosa. Porque ao longo de toda sua vida, o que mais se observa, é que ela teimava em sobreviver. Uma luta diária.

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon, conhecida como Frida Kahlo, nasceu em 6 de julho de 1907, em Coyoacan, no México, para uma vida cheia de percalços. Aos seis anos contraiu poliomelite, o que a deixou coxa. Teve de conviver com um pé atrofiado e uma perna mais fina que a outra. Já havia superado essa deficiência quando em 1925, aos 18, sua vida mudou de forma trágica. Era setembro e o ônibus (novidade da época) em que Frida estava chocou-se em um trem. A pancada foi no meio do veículo e Frida recebeu todo o baque do acidente. Ela foi varada por um ferro que lhe atravessou o abdome, a coluna vertebral e a pélvis. Ela sofreu múltiplas fraturas, fez várias cirurgias (35 ao todo) e ficou muito tempo presa em uma cama.

Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima da sua cama. Frida sempre pintou a si mesma: “Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor”. Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente o seu amor pelo marido Diego Rivera, com quem mantivera uma relação bastante tumultuada, marcada por traições de ambas as partes. Frida viveu romances paralelos com mulheres e homens, o mais famoso com o revolucionário russo León Trotski.

Contudo, a maior dor de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, as seqüelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final), o que ficou claro em muitos dos seus quadros. Aliás, seus quadros refletiam o momento pelo qual passava. Frida jamais pintou sonhos, e sim a realidade que a cercava, da melhor maneira que encontrava. Era sua forma em particular de permanecer viva.

Na madrugada de 13 de julho de 1954, Frida, com 47 anos, foi encontrada morta em seu leito. Oficialmente, a morte foi causada por ‘embolia pulmonar’, mas há suspeita de suicídio. No diário, deixou as últimas palavras: ‘Espero alegre a minha partida – e espero não retornar nunca mais.’

Frida Khalo, assim como Clarisse Lispector, me encantaram, não por suas obras. Mas pela trajetória de vida de cada uma. Não ouso aqui, fazer um paralelo entre essas duas mulheres. Isso seria completamente fora de contexto, algo além do que me é permitido. Todavia, não há dúvidas do quanto a firmeza unida a uma fragilidade e sensibilidade imensa, algo tão paradoxo, fazem delas personalidades marcantes. E motivo de admiração. Talvez porque ser mulher, em seu aspecto mais belo e verdadeiro, antes de mais nada, é estar nesse paradoxo: sensibilidade/fragilidade, força/firmeza.


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