Arquivo para março \30\UTC 2008

Blue Dress

Tocou essa semana sem parar… 🙂 O clipe na realidade é apenas um montagem, mas foi o melhor que encontrei com a música original.

Depeche Mode

Música: Blue Dress
Álbum: Violator, 1990.

Put it on
Vista-o
And don’t say a word
E não diga uma única palavra
Put it on
Vista-o
The one that I prefer
Este é o que prefiro
Put it on
Vista-o
And stand before my eyes
E fique de pé perante os meus olhos
Put it on
Vista-o
Please don’t question why
Por favor não questione o porquê

Can you believe
Você pode acreditar
Something so simple
Algo tão simples
Something so trivial
Algo tão trivial
Makes me a happy man
Me faz um homem feliz
Can’t you understand
Você pode não entender
Say you believe
Diga que você acredita
Just how easy
O quanto é fácil
It is to please me
Para me agradar

Because when you learn
Porque quando você aprende
You’ll know what makes the world turn
Você saberá o que faz o mundo girar

Put it on
Vista-o
I can feel so much
Eu posso sentir tanto
Put it on
Vista-o
I don’t need to touch
Eu não preciso tocar
Put it on
Vista-o
Here before my eyes
Aqui diante dos meus olhos
Put it on
Vista-o
Because you realise
Porque você imagina
And you believe
E você acredita

Something so worthless
Algo tão desprezível
Serves a purpose
Serve a um propósito
It makes me a happy man
Me faz um homem feliz
Can’t you understand
Você pode não entender
Say you believe
Diga que acredita
Just how easy
O quanto é fácil
It is to please me
Para me agradar

Because when you learn
Porque quando você aprende
You’ll know what makes the world turn.
Você saberá o que faz o mundo girar.

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Previsão do tempo

Saudade da compreensão da Rachel. Do carinho quase maternal de Nat. E do jeito atrapalhado do Aléo ao tentar me fazer sorrir quando nuvens cinzentas pairavam no meu céu em particular. Esse trio tinha capacidade de mudar um tempo de nuvens carregadas, passando a parcialmente nublado, seguido por claro e ensolarado.

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Blérgh =P

 

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A implicância é  realmente incômoda. E o pior: não foi algo que partiu de mim, a princípio. Eu nunca instigo “implicanciazinhas” sem fundamento e muito menos dou margem para “provocaçõezinhas” que não levam a nada. Mas a verdade, isso ouso confessar, é que não escondo meu tédio e o fato de que por mais que tente, não consigo achar a menor graça diante de comentários.

É idiota eu sei, infantil e bobo. Minha consciência diz isso o tempo todo. Contudo, por que eu deveria tentar ser uma boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável com quem não está disposto a ser o mesmo comigo, e eu sei, que internamente, mal me tolera por motivos infundados?

Aqui estou eu escrevendo para demonstrar o meu mais sincero desprendimento emocional em relação a coisas e/ou pessoas, bem como minha superação dessas limitações. Além disso, declarar o quanto estou engajada no crescimento das relações pessoais. Trocando em miúdos, significa que apertei a tecla “dane-se, quero que se exploda”. Tradução: eu definitivamente não faço a menor questão de ser boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável pq não acho sensato e nada confiável. Pelo contrário, acho de procedência e intenções muito duvidosas e maldosas… Sendo mais específica, acredito que hajam terceiras, quartas, quintas, elevadas a inúmeras potências em matéria de intenções.

Por essas outras: não confio. Não abaixo a guarda. Não faço questão de ser “gente boa” e “bacaninha”. Não faço críticas. Nada de alarde. Mantenho distância. E observo em silêncio.

Arroz Selvagem

Ao longo da última semana, em uma das aulas de Técnica e Dietética fizemos uma salada utilizando o arroz selvagem, que até então eu conhecia apenas no plano teórico, rsrs 🙂. Para quem não conhece, algumas informações interessantes e a receita da salada que preparamos. Eu aprovei… 😉

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O arroz selvagem é a semente de uma gramínea aquática – e, portanto, na realidade não é arroz. O registro de sua utilização é bastante antigo. Era o alimento básico dos índios Chippewa e Sioux. Os grãos são escuros (marrons e pretos) e seu comprimento é três vezes maior que o do arroz comum. Exala um aroma parecido com ervas, que remete ao seu ambiente natural – os lagos e rios dos Estados Unidos, Canadá e China. Além disso, possui um sabor adocicado, semelhante a noz, sendo riquíssimo em proteínas, minerais e vitaminas do complexo B.

Atualmente, a província de Saskatchewan é a maior produtora do Canadá e o estado de Minessota é o maior nos EUA. Na China está sob proteção estatal, uma vez que a ação humana e as mudanças climáticas colocaram a espécie em risco de extinção. No Brasil podemos encontrá-lo em supermercados, mas o preço não é dos mais agradáveis: em média, um pacote de 250g custa R$25,00, que o caracteriza como um alimento exótico e sofisticado.

Salada de Arroz Selvagem

Ingredientes:
250g de arroz selvagem
1 lata de creme de leite
4 colheres de chá de azeite
2 colheres de sopa de cebola picada
2 colheres de sopa de suco de limão
2 laranjas
2 latas de atum sólido
2 pepinos japoneses sem casca e picados
1 pimenta dedo de moça picada
Sal à gosto

Modo de Preparo:
Descasque a laranja, removendo a película branca. Corte em gomos retirando as sementes.Cozinhe o arroz selvagem em 6 xícaras de água, por 30 minutos sob pressão. Deixe esfriar. Em um refratário coloque o arroz, o creme de leite e o suco de limão misturando bem.
Adicione o atum em lascas, o pepino, a laranja e a pimenta, e tempere com sal. Regue com azeite, servindo em seguida.

A distância entre nós – Thrithy Umrigar

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Uma sociedade de castas. Uma empregada analfabeta, Bhima. Uma patroa cercada de conforto e luxo, Sera. O que haveria em comum entre realidades tão distantes?

Duas mulheres. Maduras. Vivendo não por si, mas pelos outros. Doação contínua. Casamentos desfeitos. Sera. Relações opressivas e conflitantes, no qual a mesma mão que afaga é aquele que machuca de maneira mais profunda e intensa. O protetor e algoz. Bhima. Cansaço. Perdas avassaladoras. Refém da própria ignorância. Frustrações e medo de que mais um novo ciclo de amor, perda e decepção se renove.

Eis aí algumas impressões minhas acerca do livro. Em uma sociedade marcada por diferenças de classe tão gritantes, identificar sentimentos tão universais é encontrar o ponto de contato, que nos liga ao outro de maneira surpreendente. Ao final do livro, não existiram lágrimas emocionadas e sim uma consciência nova diante de uma realidade tão injusta.

Carinho, ternura, ira, revolta e tristeza foram alguns dos sentimentos despertados em mim durante a leitura. Porém ouso dizer, que o mais surpreendente, foi ter percebido alguns sentimentos que me são tão próprios descritos por entre aquelas linhas. Então chegamos a conclusão de que, a distância entre nós na verdade, era bem menor que imaginávamos. Sem querer, em algum momento nós também encontramos o nosso ponto de contato, que nos liga irremediavelmente a trajetória destas duas mulheres.

Minutos de sabedoria

Nada como a cultura do povo que você pode observar dentro do ônibus todos os dias! Pequeno pensamento que li escrito a mão em um anúncio colado no vidro. Tão útil quanto as refexões encontradas em traseiras de caminhão… 🙂 Um detalhe: o anúncio era um recrutamento de voluntários para a CVV.

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“Todo pobre é como arame farpado. Quando não está no rolo, está esticado.”

P.S: Por que nunca estou com minha câmera digital nessas horas?

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