Arquivo para fevereiro \25\UTC 2008

The way you look tonight

Eu confesso: adoro algumas músicas do Frank Sinatra. E geralmente são aquelas fofas e românticas, ” para-dançar-juntinho”… Podem rir, rsrsrs. Mas ainda sim eu gosto. E ontem me lembrei de uma assistindo “My Best Friend’s Wedding”, diga-se de passagem deve ter sido a milionésima vez que assisti aquilo, e nem é um dos meus favoritos. Contudo, todavia, entretanto…eu gosto da música. 🙂 É do Frank Sinatra, porém houveram versões gravadas por Rod Stewart e Michael Bublé.

The Way You Look Tonight

Someday, when I’m awfully low
Algum dia, quando eu estiver terrivelmente chateado
When the world is cold
Quando o mundo estiver frio
I will feel a glow just thinking of you
Eu me sentirei bem só de pensar em você
And the way look tonight
E como você está essa noite

You’re lovely, with your smile so warm
Você é adorável, com seu sorriso tão aconchegante
And your cheeks so soft
E suas bochechas tão macias
There is nothing for me but to love you
Não existe nada para mim além de amar você
And the way you look tonight
E como você está essa noite

With each word your tenderness grows
A cada palavra, sua ternura cresce
Tearing my fears apart
Levando meus medos embora
And that laugh that wrinkles your nose
E aquela risada que enruga seu nariz
Touches my foolish heart
Toca meu coração boboYes you’re lovely, never ever change
Sim, você é adorável, nunca, jamais mude
Keep that breathless charm
Mantenha esse charme que me tira fôlego
Won’t you please arrange it?
Você não irá, por favor, arranjar (mudar) isso?
‘Cause I love you
Pois eu te amo
Just the way you look tonight
Exatamente como você está essa noite
Darling
Querida
Just the way you look tonight
Exatamente como você está essa noite

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Olhando o tempo…

mafaldahg.jpg 

A pior coisa de uma sexta-feira a noite é se recordar de outras sextas-feiras que você já viveu. Nostalgia incontrolável, humpf. Olhar para o relógio e perceber que exatamente naquele instante, há algumas semanas atrás, você estava maravilhosamente bem, muito obrigada, é quase angustiante. Não que eu fique me torturando contando minutos e segundos, em geral eles costumavam passar despercebidos por mim. Costumavam. Agora tenho a sensação de que são preciosos demais.

Um banzo, por mais prolongado que seja, tende a amenizar com o tempo. Assim espero, rs. É porque tudo me parece tão… enfim, vazio. Acrescentado aquela sensação de estranheza. Argh. =/

P.S: em breve posts mais lógicos e mais agradáveis. Só dar um tempo para minha inspiração e ânimo de escrever voltarem… Rebeldes. Se recusaram a voltar das férias.  =p

A volta

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Estou de volta a rotina. Isso significa apenas que estou de volta a sucessão de problemas que devo resolver. Porque a vida é uma sucessão de problemas a serem resolvidos, na realidade. Não, eu não sou mais uma pessimista-melodramática-egoísta-que-adora-reclamar-da-vida-pessoas-e-cia. Não, não. Sou muito otimista até. Pessoas me dizem isso vez ou outra.

 Tudo isso, ou melhor, todo esse meu post serve apenas para expressar (como diria Jana…) meu banzo em relação a volta da viagem, meu humor  decorrente das quedas hormonais e minha insatisfação em relação as mudanças implantadas na faculdade. E fora outras questões, velhas, que tive que voltar a lidar desde que coloquei os pés aqui na província. Ehauah, também não posso esquecer, que depois de alguns dias a temperatura de 22 a 25 graus estou a ponto de derreter nesse caldeirão de 35, ai, ai…

Tudo bem, o sol está brilhando lá fora, ainda há esperanças, rs. 😉

Nas linhas do trem

Casas, prédios, fábricas, muros cinzentos, fumaça e neblina. Tudo passando, ficando para trás… “One more day and is not the same…” Era isso que estava soando em meus ouvidos. Mas mil imagens estavam em meus olhos. Lembranças. Tantas delas… Como foi difícil retornar ao lugar no qual elas persistem e perceber que algo ficou incompleto. O tempo passa, as pessoas também. Fica a ausência.

Lágrimas, dor, sorrisos da felicidade que passou e marcou… Tudo isso se misturando dentro de mim. Todas as recordações da minha infância transbordando… E aquilo que era fumaça e neblina, muros cinzentos, fábricas e concreto, adquiriram um nova cor, um novo cheiro, remanescentes do tempo em um ano parecia durar uma eternidade, fazia sol todos os dias, meus pais pareciam gigantes, e eu tinha uma fada-madrinha, literalmente. E ela era de verdade. Fazia mágicas na cozinha e tinha o poder de me fazer me sentir uma princesa, mesmo quando queriam fazer que me sentisse como um patinho feio. Depois do amor de mãe, tinha o dela, zelando por mim.

Agora fica minha saudade. E meu pedido de reconforto Naquele que sabe todas as coisas e faz sempre o melhor…


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