Arquivo para dezembro \31\UTC 2007

Feliz 2008!!!

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 Porque bom humor é fundamental, seja no início ou no final do ano. No velho, no novo… Na vida em si. Eu não queria fazer nenhum balanço de ano-novo não, mas não aguento, os “dedinhos” coçam querendo escrever. Rsrsrs :D. Entretanto, creio que possa resumi-lo nas seguintes palavras: trabalho, dedicação, propósito, determinação, paciência, carinho e fé. Os percalços existem ao longo do caminho, porém fazem parte da trajetória da qualquer um que se disponha a viver em plenitude.  Porque aquele que não encontrou qualquer dificuldade na caminhada certamente estava vegetando e passou pela vida indiferente a ela. Um desperdício e tanto, para um bem tão precioso.

Então, prefiro sair de 2007 satisfeita e agradecida pelo bem com que fui agraciada, minha vida.  Os dons que me foram concedidos e que (Graças a Deus! 🙂) eu soube utilizar e não desperdicei. Acho que poderia usar as mesmas palavras para cada novo ano que entrar, porque afinal, penso que elas provavelmente vão traduzir boa parte de uma vida. E quando se fala de vida, dificilmente nos atentamos a datas, o que realmente lembramos são momentos, e antes de mais nada, as pessoas com quem partilhamos estes momentos.

Agora  chega desse meu romantismo de final de ano, rsrs, e Feliz 2008!

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Férias da Mafalda III – A praia

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Finalmente, depois de alguns dias, fui a praia. Manguinhos. Só agora posso dizer que estou oficialmente de férias. Penúltimo dia do ano. Férias…Férias…Férias… Ócio total e a mais pura celebração da falta do que fazer aliada a preguiça  costumeira no verão dessa terra tropical! Chega a ser monótono, pois tudo o que vejo nas minhas andanças se resume a: praia, rede, rede, praia, churrasco, dormir, dormir, dormir…

Depois do meu “banhozinho” no mar, sentei na minha cadeirinha para olhar o céu azul, raios de sol brilhantes, rsrs, e aquela visão poética da orla. E claro, as pessoas. Você dá boas risadas observando as pessoas na praia. Não há espaço mais democrático, lá você observa de tudo. De tudo mesmo. Uma água-de-coco, mais uma observada no movimento. Aquele sol começando a arder e chega. Melhor ir antes que fique tostada à pururuca. Em casa, limpa e livre de areia, depois do almoço, ehehehe, dormir! Êita falta do que fazer adorável! 😀

Isso porque no dia 07 essa moleza toda acaba… Boa vida não dura por muito tempo. Risos. 😉

Natal, Natal, Natal…

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Natal é um mistério, o nascimento impensável e inconcebível de Deus que se fez homem. É o mistério do amor. Mas Deus não ama de longe, do alto das estrelas.

O Deus que assume a condição humana preenche o impreenchível abismo que separa o Criador da criatura, o infinito do finito, o eterno do tempo. É o mistério do amor que torna possível o que parecia impossível. Ao homem totalmente perdido, solitário, confuso, incapaz de entender a si mesmo, Deus não dá um ensinamento, uma doutrina, uma ideologia; ele dá a si mesmo. Ele vem até o homem. Invade sua história e penetra até sua raiz mais escondida, para colocar lá a semente do amor, inestancável e fecundo.
O Natal é para todos, um convite à conversão, que significa sair de si, do eterno egoísmo, das próprias comodidades e ambições, para colocar-se na caminhada em direção aos pequenos, como fez Jesus que, “sendo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens.”

Não deixe que a dura rotina diária, as pressões do mundo, as frustrações e decepções encontradas ao longo da caminhada endureçam seu coração. Não deixe que seu egoísmo torne-o insensível diante do outro. Porque nenhum ser humano por si só, se basta. É suficiente. Até porque, é devido à auto-suficiência humana que vivemos em tempos caos. Onde o predomínio do “eu” acima de tudo, está levando a morte do “nós”. De todos nós.

O Natal é um convite insistente a formar comunhão, onde todos os seres possam usufruir da vida em abundância. E vida em abundância é sinônimo de usufruir da vida em Deus. Não se prive dessa vida. Todos são convidados a partilhá-la e por meio dela serem agraciados pelo amor. Pois o amor não tolera ser acolhido por mãos fechadas, na realidade, se multiplica ao passo que é distribuído. Porque antes mais nada, amor, é gratuidade. 

Feliz Natal! E que o Senhor da vida realize esse milagre da multiplicação ao longo dos teus dias… 

A Luz

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No começo a Palavra já existia: a Palavra estava voltada para Deus, e a Palavra era Deus. No começo ela estava voltada para Deus. Tudo foi feito por meio dela, e, de tudo o que existe, nada foi feito sem ela. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. Essa luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram apagá-la.
 Apareceu um homem enviado por Deus, que se chamava João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele. Ele não era a luz, mas apenas a testemunha da luz. A luz verdadeira, aquela que ilumina todo homem, estava chegando ao mundo.
A Palavra estava no mundo, o mundo foi feito por meio dela, mas o mundo não a conheceu. Ela veio para a sua casa, mas os seus não a receberam. Ela, porém, deu o poder de se tornarem filhos de Deus todos aqueles que a receberam, isto é, àqueles que acreditam no seu nome. Estes não nasceram do sangue, nem do impulso da carne, nem do desejo do homem, mas nasceram de Deus.
 
E a Palavra se fez homem e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória: glória do Filho único do Pai, cheio de amor e fidelidade.João dava testemunho dele, proclamando: “Este é aquele, a respeito de quem eu falei: aquele homem que vem depois de mim passou na minha frente, porque existia antes de mim.”
Porque da sua plenitude todos nós recebemos, e um amor que corresponde ao seu amor. Porque a Lei foi dada por Moisés, mas o Amor e a Fidelidade vieram através de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; quem nos revelou Deus foi o Filho único, que está junto ao Pai.

João 1, 1-18.

Há sempre um…

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1) Para jogar um balde de água fria na sua cabeça… o_O
2)Para querer impedir você de simplesmente avançar… ò_ó
3)Para estragar os seus planos com aquela desculpa esfarrapada de sempre: “você deve ter noção das suas limitações”. 😦

Limitações. Eu tenho consciência de todas elas. Felizmente. E em alguns casos, infelizmente. Eu tenho noção delas. Fiz a lição de casa a respeito delas bem cedo e aprendi. Mas não espere que eu fique de braços cruzados esperando desaparecerem como mágica. Entra em conflito com minha natureza, é anormal. Deus não é gênio da lâmpada. Ele age em nosso favor e nos dá condições para que possamos conquistar algo. Isso significa, que parte da minha responsabilidade é correr atrás do que desejo, sem esperar que algo caia do céu. Vou ignorar o comentário infeliz, ainda que tenha me chateado. Porque eu não posso perder tempo com críticas infundadas e que não edificam em nada meu caráter.

“Be strong, all you people of the land,” says the Lord, “and work; for I am with you.” – Haggai 2,4.

Jingle Bells

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 Ontem cheguei à conclusão de que essa é uma das piores combinações da sociedade moderna: shopping + compras de Natal. O resultado sempre é estresse-cansaço-encheção-de-paciência. Filas imensas e intermináveis. Dores nos pés. Empurra-empurra. Gente sem educação (se bem que o estoque para gente sem educação é suficiente para o ano todo!ehehehe). 

E um dos meus pesadelos: músicas natalinas. o_O

Chega a me arrepiar ouvir aquele sonzinho que parecem violões misturados a sinos e sininhos e sei-lá-mais-o-quê, em que eu mal consigo definir o bendito do instrumento tocando. Isso me deixa particularmente incomodada, porque sempre, sempre, começa a tocar esse tipo de música quando estou na fila do caixa. E veja bem, não é uma fila qualquer. É A fila! Sim, aquela serpente-torta-gigantesca que começa lá onde o Papai Noel perdeu as botas e termina em um infinito distante… Ela vem acompanhada de uma verdadeira trilha sonora para a tortura das compras de final de ano.

 Você fica lá, parado, olhando para a mesma direção. Seus olhos já não conseguem mais distinguir outras cores além de vermelho e dourado. Bolas-laços-laços-bolas-luzinhas-piscantes. Risos. E aquele empurra-empurra, um monte de gente em um mesmo lugar. Até que suas pernas começam a doer. Você muda de posição. Aquela musiquinha martelando na sua cabeça, jingle bells jingle bells jingle bells… Você tenta se concentrar no joguinho espacial do seu celular, no torpedo… E suas pernas doendo…e a musiquinha… e as pernas…e a musiquinha…jingle bells jingle bells jingle bells… Por Deus!

 Desconfio que exista uma certa ordem para colocar essas músicas de Natal: primeiro, as instrumentais, que tem a capacidade de martelar na sua cabeça horas a fio, de maneira insistente e irritante. Depois as de propaganda de Natal da própria loja, que em geral são a mesma coisa todos os anos, com pequenas alterações. Ou seja, bregas. E por último, as músicas cantadas por um coro: deprimentes. Soam tão tristes que você pensa que está em uma marcha fúnebre ao invés do nascimento de Jesus. +_+
E suas pernas doendo…e a musiquinha… e as pernas…e a musiquinha…, jingle bells jingle bells jingle bells, minha casa já, minha casa, minha casa, minha casa já! Já!

Moral da história: não vá ao shopping nesses dias, dá câncer. Você fica estressado. E estresse em excesso, dá câncer oras! 

Meme:diga o que vier à cabeça

Vamos ao Meme… Ok, as respostas foram as primeiras que me vieram à cabeça, outras foram as primeiras coisas que vi por perto e algumas estavam na minha mente nesses últimos dias. Rsrs, isso me lembrou enquetes de ensino fundamental, ehauahuau… 😀

Uma hora: 5:00 hrs
Um astro: Sol
Um móvel: mesa
Um líquido: vinho (quem vê pensa…)
Uma pedra preciosa: safira
Uma árvore: o pé de acerola do meu quintal…
Uma flor: lírios vermelhos
Um animal: cavalo (direto dos meus sonhos infantis frustrados isso! ehauhauh)
Uma cor: verde (Esperança… nada, ingênua mesmo!)
Uma música: Piano Concerto No. 1, Op. 11: II. Romanza: Larghetto – Frédéric Chopin
Um livro: Orgulho e Preconceito, Jane Austen
Comida: bacalhoada com muito, muito azeite, nham…
Um lugar: montanhas repletas de neve!
Um verbo: crer
Uma expressão: tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. (Que clichê! A autora desse blog foi péssima agora…)
Um mês: maio (lindo mês!)
Um número: 5 (lindo dia!)
Um instrumento musical: piano
Uma estação do ano: tanto o outono quanto o inverno. (Entrando para o grupo dos “tanto faz”, que frustração…)


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