Não sei porquê ainda me surpreendo com a falta de generosidade das pessoas.
Não sei porquê ainda surpreendo com o egoísmo alheio.
Não sei a razão por ainda me surpreender com a ausência de solidariedade em atitudes simples, quase cotidianas.
Quer saber?
No fundo, no fundo, sou uma ingênua abestalhada que ainda teima em acreditar que as pessoas podem ser boas sem ser por puro interesse.









Comentários