Estranho essa coisa toda de escolhas…
Elas me levam a pensar em tudo aquilo que coloco como prioridade no momento presente, bem como todas as influências que tais prioridades terão no futuro.
Me faz questionar em quais valores usarei como alicerces para a minha vida. Valores que certamente carregarei comigo pelo resto dos meus dias.
Até que ponto o dinheiro valerá mais do que os limites que posso suportar? Até que ponto ele será mais importante que minha saúde, minha qualidade de vida, meus objetivos e o meu Deus?
Nem todas as grandes oportunidades que surgem necessariamente serão as melhores, as mais adequadas para mim. Talvez seja o momento de discernir melhor, usar a sabedoria e saber quando dizer não. Ainda que isso cause espanto para os demais.
Uma atitude dessas não significa que eu não anseie por crescer, aprender e me aperfeiçoar. Pelo contrário. Contudo, é necessária uma boa dose de sensatez para não agir ao primeiro impulso, movida única e exclusivamente pela ambição e desejo de possuir mais.
É estranho um coração se fechar diante de uma oportunidade aparentemente “das boas”. É mais estranho ainda a tristeza ao invés do entusiasmo. A estranheza causa medo. Medo causa angústia. Angústia gera lágrimas contidas. Estas por si me fazem dobrar meus joelhos ao perceber que sou muito pequena e sei muito pouco dos caminhos que Ele prepara.
Preciso voltar a pular de olhos fechados.

Olá!
Acho que não podemos ficar planejando muito as coisas… Deixar a vida acontecer naturalmente.
Quanto a escolhas, eu sou impulsivo e vou naquela que me agrade mais (independente de não ser financeiramente tão bom). Penso muito mais na minha satisfação pessoal do que na minha conta bancária (não é a toa que vivo sem dinheiro rs).