A implicância é realmente incômoda. E o pior: não foi algo que partiu de mim, a princípio. Eu nunca instigo “implicanciazinhas” sem fundamento e muito menos dou margem para “provocaçõezinhas” que não levam a nada. Mas a verdade, isso ouso confessar, é que não escondo meu tédio e o fato de que por mais que tente, não consigo achar a menor graça diante de comentários.
É idiota eu sei, infantil e bobo. Minha consciência diz isso o tempo todo. Contudo, por que eu deveria tentar ser uma boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável com quem não está disposto a ser o mesmo comigo, e eu sei, que internamente, mal me tolera por motivos infundados?
Aqui estou eu escrevendo para demonstrar o meu mais sincero desprendimento emocional em relação a coisas e/ou pessoas, bem como minha superação dessas limitações. Além disso, declarar o quanto estou engajada no crescimento das relações pessoais. Trocando em miúdos, significa que apertei a tecla “dane-se, quero que se exploda”. Tradução: eu definitivamente não faço a menor questão de ser boa-menina-amistosa-simpática-e-agradável pq não acho sensato e nada confiável. Pelo contrário, acho de procedência e intenções muito duvidosas e maldosas… Sendo mais específica, acredito que hajam terceiras, quartas, quintas, elevadas a inúmeras potências em matéria de intenções.
Por essas outras: não confio. Não abaixo a guarda. Não faço questão de ser “gente boa” e “bacaninha”. Não faço críticas. Nada de alarde. Mantenho distância. E observo em silêncio.

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