Canção do amor imprevisto
Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E minha poesia é um vício triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com tua boca fresca de madrugada,
Com teu passo leve,
Com esses teus cabelos…
E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita…
A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho (que sente) inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos!
(Mário Quintana)
P.S: Apesar de ser muito mais prosa, do que poesia, rs, hoje abri um exceção. Dia Nacional da Poesia. Parabéns aos poetas, e aos que também se arriscam de vez em quando.

Adorei este novo visual. Esse design se equipara com blogs famosos. Quando tiver um tempo de uma boa olhada nesse portal; http://www.interney.net/blogs/blogosfera/
Saiba que mesmo de longe torço por você.
Abraços.
Hauhauhau…alguém, quem?