Para os chatos de plantão
Publicado fevereiro 2, 2010 r Blablablá , cultura (in)útil Deixar um ComentárioAquilo que eu sou
Publicado janeiro 14, 2010 r Pessoal , delírios rotineiros , tears Deixar um ComentárioÁs vezes fico me questionando acerca do meu jeito de ser. E sinceramente me pergunto se isso que eu sou, de fato, é o bastante. Me pergunto se não me falta nada como…
…um pouco mais de ousadia? um pouco mais de desencanação? ou pouco menos de responsabilidade? um pouco menos de preocupação? um pouco menos normal? menos comum? Menos transparente?
Eu não sei, tem dias que me sinto como o nada. Exatamente como aquilo que ninguém vê, e portanto, ninguém pode se encantar.
Saldo das festas de Natal e Ano-Novo…
Publicado janeiro 13, 2010 r Beleza , Blablablá , Comédias , Pessoal Deixar um Comentário….e um estágio em restaurante industrial:
(clique na imagem para ampliar)
Fonte: Blog fofinho Casa da La ^^
Antes que o momento passe…
Quando eu era criança nessa época o cheiro predominante na minha casa era de algo sendo assado no forno, panetones recém-fatiados, da calda de açúcar fervendo com ameixas que minha mãe fazia… os ruídos das cascas de castanhas sendo quebradas pelo meu pai e algumas em seguida trituradas. Panelas sendo abertas e colheres batendo em suas bordas. Porta de geladeira abrindo e fechando a todo momento pelos meus irmãos. Uvas, pêssegos e ameixas frescas passando para lá e para cá.
Natal, sem dúvida, na minha vida é um momento totalmente nostálgico. Esse ano sem dúvida, vai ser mais nostálgico ainda, porque tantas pessoas se foram e infelizmente não estarão mais aqui, presentes nesta noite. Há um sentimento de saudade misturado à tristeza que por si se confunde com o sentimento de que seguir em frente é preciso.
Nunca em toda minha vida um Natal me trouxe tantas lembranças e tantas saudades. E eu desejo, sinceramente que o Deus que se fez homem e que vai nascer de novo para todos nós que acreditamos, preencha exatamente o impreenchível vazio do meu coração, como só Ele é capaz de fazer. Como só Ele é capaz de compreender. Como só Ele é capaz de abrandar. Como só Ele é capaz de confortar. Como só Ele é capaz de encher de amor.
Queridos, meu coração de fato está triste e com saudades. Mas ainda sim ele é perseverante no desejo por dias de alegria. Desejo a quem passar por aqui um Natal repleto do amor de Jesus e que este amor permaneça ao londo de todos os outros dias, que adentrarão o novo ano.
Feliz Natal!
Conselhos de uma amiga…
Faça-se compreender como ser humano. E não como uma fortaleza que aguenta porrada e não esmorece. Você está machucada e você quer e precisa de um pouco mais.
Impressões: da série Crespúsculo
Publicado dezembro 15, 2009 r Blablablá , cultura (in)útil 2 ComentáriosDepois de ler os 4 livros da série eis aqui algumas impressões:
- É uma trama adolescente, de fato (dãr);
- Bella é uma chata de galocha e que só dá trabalho para os outros;
- Edward tem vocação para ser corno, só pode;
- Jacob provavelmente tem cheiro de cachorro molhado;
- Renesmee é uma monstrinha ambulante;
- Eu relativamente gostei até Eclipse, mas…
- …Amanhecer acabou com toda e qualquer graça que poderia existir na série;
- Vampiro bonzinho? Ehauahauahauahau…
- Ai ai, já não se fazem mais vampiros como antigamente. Saudades de você, Lestat…
- Se alguma fã enlouquecida ler isso e me encontrar na rua, certamente serei linchada, háh!
Para evitar que a calúnia (de que eu estaria homenageando trilha sonora de novela das 8 neste blog) se espalhe, vou postar uma música que tocou sem parar aqui no “pczinho” essa semana. =D
Ela é louca, eu sei. Usa as coisas mais bizarras em matéria de roupas e afins. Todos seus clipes quando não são estranhos, são sensuais ao extremo. Isso quando não são os dois ao mesmo tempo. Mas toda essa performance esquisita, ousada e digamos…exótica, rsrs, me diverte horrores. Sem contar que adoro a voz dela. Do novo álbum The Fame Monster, a faixa Monster é uma das minhas favoritas. O video não é oficial (o clipe sequer existe ainda, hehe), mas foi o melhor que encontrei.
P.S: Kelzita, se ler este post, não fique assustada. Ela não é minha inspiradora para a vida, heheehhe.
É a regravação fofinha da semana.
What the world needs now
Lyrics: Hal David
Music: Burt Bacharach.
What the world needs now is love, sweet love
It’s the only thing that there’s just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No not just for some but for everyone.
Lord, we don’t need another mountain,
There are mountains and hillsides enough to climb
There are oceans and rivers enough to cross,
Enough to last till the end of time.
What the world needs now is love, sweet love
It’s the only thing that there’s just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No, not just for some but for everyone.
Lord, we don’t need another meadow
There are cornfields and wheat fields enough to grow
There are sunbeams and moonbeams enough to shine
Oh listen, lord, if you want to know.
What the world needs now is love, sweet love
It’s the only thing that there’s just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No, not just for some but for everyone.
No, not just for some, oh, but just for everyone.
E hoje, assim, meio sem querer, me lembrei que eu ainda tinha um blog. Bateu uma vontade de escrever. De dizer as coisas. Soltar palavras pelo ar. Colocar as idéias para fora. E colocar os dedos enferrujados pelo mau uso para escrever. Essa minha válvula de escape por meses eu esqueci. Mas é porque algumas vezes, a vida nos cala. E então, as palavras já não fazem mais sentido.
Tenho sentido que o tempo está escorrendo por entre meus dedos. Parecia que eu tinha tanto tempo até chegar a reta final. Mas a reta final já chegou e eu não senti. Quase me formando e com a boa e velha sensação de que talvez eu saiba muito pouco ou quase nada diante de tudo que preciso aprender. As trocentas perguntas que me faço, e sempre pensando se vai dar certo, se eu vou conseguir.
Eu morro de medo. Mas sou uma teimosa de marca maior. Leve isso tanto para o lado bom quanto para o ruim. O fato é que a minha teimosia me obriga a encarar meu medo. E eu sigo em frente, pernas bambeando, coração apertado, frio na barriga, mas vou. O medo é grande porém a vontade é imensa.
Esses dias senti saudades do meu pai. Ele era do tipo silencioso que não fazia muito alarde, não era lá muito companheiro e nem sempre a gente se entendia. Contudo, bem lá no fundo, eu sabia que eu podia contar com ele. Uma espécie de suporte. Algo que soava assim: “se tudo der errado, ainda estarei aqui, volte.” Sinto falta disso, principalmente agora, no meio dessa turbulência silenciosa. É como simplesmente eu não tivesse mais para quem voltar, ainda que eu tenha.
Não acredito que essa sensação seja exclusivamente minha. Certamente meus sentimentos agora são universais. Obviamente, todo mundo já sentiu antes, em maior ou menor grau. Com um drama a menos, ou a mais. No meu caso, mais especificamente, com uma saudade extra de quem já se foi.
P.S: Ok, não resisto a finais melodramáticos. Mas foi verdadeiro. Me perdoem. Vou melhorar… Prometo

Sou uma egoísta, gulosa e azeda. Quando acho que estou em déficit de atenção faço biquinho, sou manhosa, birrenta e fico morrendo de vontade de brigar. Aporrinhar. Encher o saco. Até a pessoa perder a paciência e resolver brigar também.
Credo.
Tem dias que fico insuportável.
Hoje é um “daqueles” dias.






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